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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dinâmicas de Grupo

Eu Sou o Outro


Passos
1- Dividir o grupo em duplas (preferencialmente em duplas que não se conheçam).
2- Pedir que conversem a respeito de si, seus gostos, seus desejos, suas esperanças, sua família, sua casa, seu trabalho, etc.
3- Depois de alguns minutos reúnem-se todos e cada um vai se apresentar, mas dizendo as coisas do outro como se fosse eu (Exemplo: apresentando o "fulano" = Eu me chamo "fulano" e gosto de passear, etc.).

Avaliação
1- Como é apresentar o outro?
2- É fácil me colocar no lugar do outro?


Dinâmica de apresentação
Passos
1- Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. (Exemplo: Roberto Risonho)
2- O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
(Exemplo: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo).



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Frases para Professores incentivarem alunos na sala de aula



A função do professor vai muito além de ensinar, o professor deve incentivar o aluno, elevar sua autoestima, motivá-lo sempre que cumpriu suas tarefas, algumas poucas palavras bastam para plantar uma semente de esperança no coração de uma criança.
Um professor, melhor do que ninguém conhece a realidade de sua classe, de seus alunos, alguns destes são brilhantes mesmo com as dificuldades do dia-a-dia e com as limitações que a sociedade ou a família impõe, no entanto, cabe ao professor levar a esses alunos a esperança através de incentivos de palavras e gestos. O carinho não precisa ser físico, as palavras tem a capacidade de acalentar a alma.
Abaixo algumas frases para professores incentivar alunos durante a aula, esses são apenas pequenos exemplos, cabe ao professor encontrar a melhor maneira e as melhores palavras para motivar seus alunos.
"Quando o aluno faz uma pergunta: Execelente pergunta - nome do aluno - fico feliz que você tenha tocado neste assunto."
"Nome do aluno... você é inteligente, eu sabia que ia conseguir."
"Estou acompanhando seu progresso, acredito em seu potencial como aluno."
"Viu como a leitura é importante, você não teve nenhum erro."
"Façam dos livros um grande amigo, ele sempre estará ao seu lado quando precisar."
"Nome do aluno... sua criatividade me surpreende, parabéns, continue assim."
"Que caderno organizado, meus parabéns."
"Sua mente é muito criativa, explore esse dom."
"Fico feliz de ter você como meu aluno."
Algumas poucas palavras podem ter um grande significado em uma mente jovem, aberta para a aprendizagem.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dinâmicas com alunos entre 7 e 11 anos!!

TARTARUGA GIGANTE

Objetivo do Jogo:

Mover a tartaruga gigante em uma direção.

Propósito:

Brincar cooperativamente, compartilhando os valores da alegria pela brincadeira, da simplicidade, da parceria e da união para caminhar juntos.

Recursos:

Um tapete grande ou algo como uma folha de papelão, um colchão, um cobertor ou outro material apropriado.

Número de participantes:

Mínimo de 3, máximo de 8 por tapete.

Duração:

Crianças nessa faixa etária adoram repetir e repetir o jogo. Quando elas não quiserem mais continuar o jogo acabará por si só.

Descrição:

O grupo de crianças engatinham sob a "casca da tartaruga" e tentam fazer a tartaruga se mover em uma direção.

Dicas:

No começo as crianças podem se mover para diferentes direções e pode demandar algum tempo até que elas perceberem que têm que trabalhar juntas para a tartaruga se mover. Mas não desista. Repita outras vezes, em outros dias e, se necessário, faça um "ensaio" com elas sem estarem carregando a casca.

Um desafio maior pode ser ultrapassar "montanhas" (um banco) ou percorrer um caminho com obstáculos sem perder a casca.


KARA-PINTADA

Objetivo do Jogo:

Através da visão de sua auto-imagem e posteriormente da imagem que os outros percebem de si mesmo, despertar no participante a consciência da diferença entre o seu eu ideal e o seu eu real.

Propósito:

Este jogo facilita o estabelecimento de corretas relações humanas através de:

Sensibilização, integração do grupo , autopercepção e relacionamento interpessoal através da comunicação não verbal.

Recursos:

música: Kitaro – Mandala.

Kits de pintura facial para crianças, um para cada 2 participantes.

1 espelho por participante.

Lenços umedecidos para limpeza do rosto.

Número de Participantes:

de 8 a 30

Duração:

30 minutos, com processamento.

Descrição:

Sentar os participantes em círculo, cada um com um espelho e o material de pintura à mão.

Este é um jogo de comunicação não verbal, portanto vamos manter silêncio, certo?

Sentem-se confortavelmente com as costas eretas e respirem profundamente por três vezes.

A cada vez que você respira, você vai ficando mais calmo, tranqüilo e relaxado.

Sinta a sua respiração e se sintonize com ela.

———— 30 s —————

Agora, imagine uma tela em branco na sua cabeça.

Nesta tela, vai passar uma reportagem. Esta reportagem vai ser sobre a maior felicidade que você já teve na vida. Lembre-se desse fato, e o veja passar como um filme na tela em sua cabeça.

———— 30 s —————

Agora, conforme o filme estiver passando, veja a sua própria face na tela.... Veja o que você expressa, como seus olhos irradiam felicidade, amor e paz. Veja o seu sorriso, a sua testa, seu queixo, suas bochechas. E veja que na sua face existe o melhor que você pode dar para o outro....

————30 s —————

Agora que você viu como a sua cara pode irradiar o que você tem de melhor para dar, você vai imaginar como seria pintar este melhor na sua cara. E quando estiver pronto, você vai abrir os olhos, levantar, e em silêncio fazer essa pintura na sua cara. Lembre-se de ficar em silêncio, concentre-se em si mesmo.

——— 5 min ————————

Agora, ainda em silencio, vamos deixar os espelhos e pinturas de lado, e vamos andar, mostrando nossa pintura e observando a dos outros.

————1 min ——————

Agora, escolha um par e em silêncio sentem-se uns em frente aos outros.

Olhe para a cara do seu par. O que ela pode lhe contar sobre ele? Como ele expressa essa felicidade? Ele expressa expansivamente? Ou timidamente? Ele mostra tudo, ou tenta esconder alguma coisa? Essa felicidade é pacífica ou agressiva?

——— 30 s ———————

Agora, olhe nos olhos de seu parceiro. O que mais esses olhos mostram, que a pintura não pode mostrar? Veja o diamante que está dentro desses olhos... O que você pode tirar de bom daí? Veja a alma maravilhosa que está na sua frente... E, conforme você perceba o que pode ser acrescentado na pintura para ficar melhor ainda, passe a completar a pintura na cara do seu parceiro. Vocês têm 5 minutos pra isso, podem fazer alternadamente, em 2,5 minutos cada um, ou os dois ao mesmo tempo, como preferirem. O importante é manter o silêncio...

——— 2,5 minutos —————

Já passou metade do tempo, se forem trocar, troquem agora

——— 2,5 minutos —————

Agora larguem as pinturas, peguem os espelhos e vejam como ficou a cara de cada um de vocês....



Vocês podem escolher limpar o rosto com os lenços umedecidos, ou ficar pintados mesmo, se tiverem gostado muito. Se forem limpar, limpem agora...

———1 minuto ——————

Agora, vocês tem 5 minutos para compartilhar com o seu parceiro o que sentiram

————2,5 minutos —————

Já passou metade do tempo, se apenas um falou, troquem agora

————2 minutos —————

Agora, vamos nos sentar em círculo e compartilhar no grupo grande...

Dicas:

É importante que os participantes tenham tempo para colocar tudo o que quiserem na pintura. Tanto na primeira quando na segunda fase, dê um tempinho mesmo que todos tenham terminado – alguém pode pintar mais alguma coisa.

Se o grupo não se sensibilizar o suficiente para viver a experiência em profundidade, explore a questão dos nossos mecanismos de defesa na partilha.

(Fonte:Revista Jogos Cooperativos)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A escolinha do Mar (por Ruth Rocha)


A escola de dona Ostra fica lá no fundo do mar.Nesta escola, as aulas são muito diferentes.O Dr. Camarão, por exemplo, dá aulas aos peixinhos menores:- Um peixe inteligente presta atenção àquilo que come. Não come minhoca com anzol dentro. Nunca!O peixe elétrico ensina a fazer foguetes:- Quando nosso foguete ficar pronto, vamos à terra.Os homens não vão a Lua?E o maestro Villa-Peixes ensina aos alunos lindas canções:“Como pode o peixe vivoViver fora d’ água fria...”Os alunos desta escola não são apenas peixes.Há, por exemplo, Estela, a pequena estrela-do-mar, tão graciosa, que é a primeira aluna da aula de balé.Há Lulita, a pequena lula, que é a primeira em caligrafia porque já tem, dentro dela, pena e tinta.E há o siri-patola, que só sabe andar de lado e por isso nunca acompanha a aula de ginástica.Mas nem todos os alunos são bem-comportados.Quando o Dr. Camarão se distrai, escrevendo na concha, Peixoto, o peixinho vermelho, solta bolhas tão engraçadas que os outros riem, riem.O Dr. Camarão se queixa:- Estes meninos estão ficando muito marotos, fazem estripulias nas minhas barbas!No fim do ano, Dona Ostra, que é uma professora muito moderna, leva seus alunos para uma excursão pelo fundo do mar.Naquele ano, os preparativos para a excursão foram animadíssimos. Vocês sabem, o melhor da festa é esperar por ela.Um grande ônibus foi contratado para levar os alunos e professores.Ônibus marítimo, é claro, puxado por cavalos-marinhos.No dia da partida, todas as mamães foram despedir-se dos filhinhos e todas faziam muitas recomendações:- Veja lá, hein? Não vá chegar à beira do ar, e cuidado com as gaivotas!- Meu filho, não chegue perto do peixe-elétrico quando ele estiver ligado. É muito perigoso!- Adeus, adeus, boa viagem, aproveitem bem!E eles aproveitaram mesmo.Que beleza é o fundo do mar!E como aprenderam!- Veja, dona Ostra, que peixão tão grande, dando de mamar ao peixinho!- Aquilo não é peixe, não, é uma baleia. As baleias são de outra família. Aparentadas com o homem. Por isso dão de mamar aos filhotes.E aprenderam muitas outras coisas.Viram os peixes-voadores, que davam grandes mergulhos no ar; viram os golfinhos, que são parentes das baleias, inteligentíssimos.E os tubarões, muito emproados, que andam sempre com seus ajudantes, os peixes-pilotos.O mais emproados de todos é o Barão Tubarão.Mora num grande castelo de madrepérola, com seu filho, o Tubaronete.Naquela noite, acamparam perto do castelo do Barão.Todos ajudaram a armar o acampamento e, quando tudo ficou pronto, juntaram-se e começaram a cantar;“Roda, roda, roda,pé, pé, pé.Caranguejo só é peixeNa enchente da maré...”Ouvindo aquela cantoria, o Tubaronete veio espiar o que havia.Ele era um peixe muito mal-educado, não ia á escola, nem nada, era um verdadeiro “play-peixe”.Começou a caçoar de todos, a imitar o jeito de cada um, que é uma coisa muito feia.Dona Ostra ficou aborrecida.- Olhe aqui, menino, se você quiser, pode ficar, mas tem que se comportar direitinho, como os outros.Tubaronete era mesmo muito mal-educado.Avançou para dona Ostra, vermelhinho de raiva:- Eu não preciso de vocês, seus peixes de água doce, seus peixes de lata!E arrancou a pérola de dona Ostra e fugiu, espirrando água para todos os lados.Dona Ostra se pôs a chorar:- Ai, minha pérola! Como é que vou passar sem ela? Já estava tão acostumada...- Ah, dona Ostra, não se aflija, não - disse Peixoto, que, apesar de pequenininho, era muito valente.- Eu vou já ao castelo buscar a pérola. Se ele não devolver, falo com o pai dele!Dona Ostra empalideceu:- Ai, não vai não! Eu tenho tanto medo de tubarão, ainda mais de tubarão barão.- Eu vou, sim. Se a gente ficar de braços cruzados, sua pérola não volta nunca mais.Chegando ao palácio do Barão, Peixoto bateu as barbatanas com toda a força:PLAC, PLAC, PLAC!Veio atender ao portão uma senhora enguia, de uniforme preto e touquinha branca na cabeça. - Boa noite, dona Cobra, diga ao Tubaronete que aqui está o Peixoto, que quer falar com ele sem demora – disse o peixinho.- Cobra, não! Dobre a língua, ouviu? Meus patrões não têm tempo a perder com senhores Peixotos...E foi entrando, sem querer escutar o que Peixoto estava dizendo. Mas Peixoto não desanimou.Rodeou a casa até que encontrou uma janela meio aberta e foi entrando, mesmo sem convite.Lá estavam o Barão e o Tubaronete jantando.Peixoto, com o coração batendo muito, adiantou-se:- Desculpe, seu Barão, eu ir entrando assim, mas tenho umas contas a ajustar aqui com o seu filho. Cadê a pérola de dona Ostra? Devolva já, já!Tubaronete até engasgou de susto:- Eu ia devolver, eu ia, sim! Tome a pérola, eu estava brincando...O Barão Tubarão levantou-se, furioso:- De que é que vocês estão falando? Pelo que vejo, o senhor meu filho já aprontou mais uma das suas! É a vergonha da família Tubarão!Vou-lhe aplicar um castigo tremendo!Peixoto ficou com pena de Tubaronete:- Olhe, seu Barão, eu acho que o Tubaronete é assim, por que ele não sabe nada. Por que é que ele não vai á escola como os outros peixes?O Barão não disse nada, mas, no ano seguinte, Tubaronete foi o primeiro aluno que se matriculou na escola de dona Ostra.Faz muito tempo que essa história se passou.Tubaronete já não é mais aquele peixe sem educação que era naquele tempo.Ele, agora, é aluno de dona Ostra, dos mais aplicados.É ele quem apaga a concha para os professores, e é agora o melhor amigo do Peixoto.Os dois combinaram que, quando se formarem, vão ser sócios.Vão fundar uma grande agência de turismo, para fazerem sempre outras viagens pelo fundo do mar.



Olá pessoas...Curtam contar essa história com seus alunos com bastante criatividade, figuras e de preferência com música de mar ao fundo!

Bjs
Teresa Carneiro

domingo, 21 de junho de 2009

Dinâmicas com alunos II


Corrida do Pandeiro



Tema: atenção; integração.

Duração: 10 minutos.

Público: adolescentes, mínimo 10 pessoas.

Material: um chaveiro ou pandeiro (ou qualquer objeto que faça barulho); cadeiras.


Forme um círculo bem espaçoso e aberto com as cadeiras, com os assentos voltados para dentro, com tantas cadeiras quantos forem os participantes, menos uma. Você deve estar no centro do círculo segurando o chaveiro.
Você começa a andar e pega uma pessoa; de mãos dadas, vocês continuam caminhando; a pessoa que está com você deve pegar uma outra pessoa sentada, e assim por diante, sempre dando as mãos e caminhando.
Quando quiser, deixe cair o chaveiro e todos devem correr para uma cadeira. Quem ficar de pé recomeça a brincadeira.Para acrescentar suspense, finja deixar cair ou balance o chaveiro, fazendo barulho ou caminhe bem longe das cadeiras. Estipule "prendas" para quem se soltar ou correr antes que o chaveiro realmente caia.





Desembrulhe o Chocolate



Tema: coordenação motora, atenção.

Duração: 15 minutos.

Público: adolescentes, mínimo 6 pessoas.

Material: mesa, dado, luvas de jardinagem, garfo e faca, chocolate, papel grosso, barbante.

Embrulhe a barra de chocolate com papel e barbante. Para grupos grandes, sobreponha mais de uma folha de embrulho. Para grupos pequenos um embrulho é suficiente.Coloque o embrulho sobre uma mesa e posicione as pessoas ao redor.
A brincadeira consiste em desembrulhar o chocolate usando as luvas e os talheres.Cada um, em turno, joga o dado e aquele que tirar 6 calça as luvas e começa a tentar desembrulhar o chocolate. Os demais continuam rolando o dado; quando alguém tirar 6, deve pegar as luvas com o colega, calça-las, e sempre com os talheres, continuar desembrulhando.
Pode-se parar a brincadeira ao chegar ao chocolate, e dividir a barra entre todos ou continuá-la, deixando que cada um coma o que puder, ainda usando luvas, talheres e o dado para determinar a vez.
Olá pessoas...estou aqui postando mais algumas dinâmicas que fiz com os alunos e de novo o retorno foi maravilhoso...a alegria é contagiante, o grupo sai fortalecido e mais unido...além de ser uma delícia depois comer o chocolate....
Vale a pena fazer.....
Bjs
Teresa Carneiro

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Dinâmicas com alunos



1 - Nó Humano


Fonte: Jogos Cooperativos, Editora Sinodal.
Tema: integração, contato físico, resolução de problemas.
Duração: 10 minutos.
Público: adolescentes, 8 pessoas.
Material: nenhum.


Forme um círculo, todos de mãos dadas. Oriente cada um para observar bem que está a seu lado direito e a seu lado esquerdo e frise bem que "Não pode esquecer, nem trocar!".Peça ao grupo que solte as mãos e caminhe livremente pela sala, procurando cumprimentar pessoas diferentes daquelas que estavam a seu lado. Depois de um minuto, peça que parem onde estão.Peça que cada um procure, sem sair do lugar, dar a mão novamente a quem estava à sua direita e à sua esquerda (quanto mais confusa for esta parte melhor). No final, você deve ter um amontoado de gente.Agora a brincadeira começa: o objetivo é, sem soltar as mãos, voltar a ter um círculo no centro da sala. O grupo deve conversando entre si, determinar quem passa por baixo de que braços, e por cima de outros braços, até que o círculo fique completo.
Podem se formar vários grupos, e fazê-los competir entre si (quem termina mais rápido, quem termina certo, etc..).


Depois do jogo, proponha uma reflexão: Alguns terão que fazer um esforço maior que outros, mas todos terão que fazer a sua parte. Esta dinâmica chama a atenção para a mensagem de que, se o trabalho em grupo é planejado, tudo funciona melhor, e o resultado certamente será positivo.



2 - Expressão da Amizade

Tema: auto-estima, integração.
Duração: 10 minutos cada.
Público: crianças, mínimo 6 pessoas.
Material: nenhum

As crianças formam um círculo. Uma de cada vez, seguindo a ordem do círculo, deverá dizer: "Amo meu amigo porque ele é... " e acrescenta um adjetivo com a letra A. A criança seguinte deverá dizer, "Amo meu amigo por que ele é..." e usar um adjetivo com a letra B. E assim sucessivamente com todas as letras do alfabeto.



Olá pessoas....essas dinâmicas eu fiz com a turma do 5º ano e foi o máximo...eles adoraram e o retorno foi super positivo, pois todos quiseram ajudar a desfazer o nó e na hora de dar os adjetivos, cada um disse um mais lindo que o outro!


Muito boa!

Bjs

Teresa Carneiro
"ESCOLHER A EDUCAÇÃO É ASSUMIR O COMPROMISSO COM O ALUNO E CONSIGO MESMO!"