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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Pais x Filhos - crise parental

Hoje em dia, muitos pais com medo de serem "maus" ou "grosseiros" ou até de "perderem" o amor de seus filhos, acabam tendo medo se agir como pais.
Autoridade e autoritarismo são coisas bem distintas , enquanto a primeira se refere ao limite necessário muitas vezes no crescimento e desenvolvimento do adolescente, a segunda se refere ao excesso de poder que essa mesma autoridade pode ter.
Tudo o que é feito em excesso, ou em falta, não consegue alcançar um equilíbrio necessário e muitas vezes até pedido pelas crianças em desenvolvimento.
Todos os dias ouvimos reclamações em consultórios clínicos , ou em escolas , a respeito dessa falta de limites em que estamos vivendo.
Antes de mais nada os próprios pais devem estar cientes de suas dificuldades emocionais e reconhecer suas barreiras e seus desejos internos para que a partir daí e só a partir daí possam efetivamente agir com a firmeza e a docilidade necessárias com seus filhos, para que estes possam crescer saudáveis, com total segurança emocional e o mais importante, sabendo a quem devem ouvir e respeitar sem inversão de valores.
Teresa Carneiro

quarta-feira, 2 de julho de 2014

7 dicas para ajudar a criança a largar a chupeta!

1. Tente aos poucos
Reduza o tempo que a criança fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ela começar a se desacostumar.
 2. Fora prendedor
Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada.
 3. Faça uma troca
No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que eles gostem ou pelo qual se interessem e que possa ser colocado na boca.
 4. Gosto ruim
Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o “gosto bom” acaba.
 5. Marque o dia
Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão a criança vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la.
 6. Retire a chupeta durante a noite
Tente retirar, com delicadeza, a chupeta da boca da criança depois que ela pegar no sono: avise-a, antes de ela adormecer, que você fará isso e explique que deixará o acessório ao lado dela, no travesseiro. Caso ela acorde e queira, poderá recolocar a chupeta novamente. “Jamais descumpra o combinado, sumindo com o objeto”, explica Gerson Matsas, pediatra do Hospital Samaritano de São Paulo.
 7. Falar apenas de boca vazia
Peça para seu filho/a tirar a chupeta da boca antes de falar: insista, todas as vezes que ele/a quiser dizer algo, explicando que é impossível compreender o que está sendo dito. “Não se esforce para entender, porque assim você pode ceder e fazer o que a criança está querendo”, afirma Gerson Matsas.
 (Revista Crescer)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Até quando é normal a criança trocar letras na fala?

Quem não acha uma gracinha os erros de quem está começando a falar? Muitas vezes, pais, parentes e amigos tendem até a reproduzir os erros dos pequenos, fazendo piada. Porém, a repetição e a falta de preocupação com a pronúncia das palavras podem ser prejudiciais para a comunicação das crianças.
Segundo a vice-coordenadora do comitê de linguagem infantil da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Marina Puglisi, os primeiros sons produzidos são os das letras, b, p e m. “Eles são os mais fáceis pois são produzidos apenas com os lábios. Os filhos aprendem ao ver os pais falando e conseguem imitar”, explica. Por isso, as primeiras palavras que eles falam normalmente são “mama” e “papa”.
A partir daí, surgem os sons mais curtos, como o t, q, d. Os mais compridos, como com s e f, são mais difíceis de reproduzir. “A gente espera momentos diferentes para cada tipo de som”, explica a fonoaudióloga. Cada troca na fala é esperada até determinada idade: a repetição, como na troca de “sapato” por “papato”, é feita para simplificar a comunicação e deve ser eliminada até dois anos e meio.
Marina conta que a dificuldade maior fica por conta da junção de duas consoantes, em palavras como “preto”, “braço”, “planta”. Ou ainda, a consoante no final da sílaba, que também pode confundir, como nos vocábulos “porta”, “carta”, “pasta”.
A preocupação deve surgir caso o pequeno atinja os quatro anos e não possua ainda uma fala inteligível. “Não que ele não vá fazer trocas, como as do Cebolinha, por exemplo. Mas nessa idade a conversa já é compreensível”. Porém, não é preciso esperar a criança chegar a essa idade para procurar ajuda profissional. “Os pais precisam prestar atenção à fala dos filhos, se perceberem trocas graves que não conseguem ser corrigidas é preciso procurar uma avaliação”, conta.
Ajuda caseira
Marina dá duas dicas para ajudar a desenvolver as habilidades de conversação em casa:

1) Sempre que a criança falar errado, corrija-a, mas sem brigar ou pedir para repetir a palavra mil vezes. “Se seu filho disser: ‘quero aquele papato’, você simplesmente responde: ‘ah, você quer aquele sapato?’. O treino deve acontecer na situação em que as palavras aparecem, o contexto ajuda na compreensão”, conta.

2) Evite falar de forma errada com ela. “As pessoas tendem a falar de forma infantil com as crianças, porque acham bonitinho. Porém elas estão sendo expostas a um modelo errado e, com isso, vão falar errado”, conta.

Marina Finco

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ética, pra que?


O jornal O Estado de São Paulo, em 2006, publicou uma reportagem intitulada “Devolveu o cartão, chocou a vizinhança”, que relata o drama de Márcia Miranda, dona de casa, desempregada, residente em Boituva – São Paulo, que recebia R$ 15,00 (quinze reais) mensais do programa “Bolsa Família”, e que após conseguir um emprego com carteira assinada como empregada doméstica, decidiu devolver o cartão do “Bolsa Família”, já que o mesmo destinava-se à pessoas desempregadas.
 Por causa desse ato, relata o jornal, Márcia foi ridicularizada pela vizinhança. Na reportagem ela diz o seguinte:
– O pessoal fica perguntando por que eu fiz isto, por que devolvi o cartão...

“Infelizmente, para muitos, ser ético é o mesmo que ser chamado de otário. Mas isso, como tudo na vida, é uma escolha, uma decisão. Nada muda sem liderança, nada se transforma sem liderança, nada acontece sem liderança, e felizmente muitos líderes já chegaram à conclusão de que é possível virar este jogo e que agir eticamente é sempre o melhor negócio, por isso têm se posicionado de maneira firme contra a compra e venda de facilidades, assumindo o risco de perder negócios, criando, contudo, valores e princípios sólidos que trarão reflexos extremamente positivos para as pessoas e para a organização, que certamente lhes darão maior vantagem competitiva num futuro próximo.” (Marco Fabossi)

E você?? Como se posiciona na sua vida??

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Melhor Semente


Um empresário de sucesso entendeu que era tempo de escolher um sucessor para conduzir os seus negócios. Reuniu então seus diretores e os mais brilhantes jovens executivos de sua empresa e lhes disse:

Chegou o momento de escolher o próximo Presidente, e este será um de vocês. Darei a vocês uma semente. Plantem-na, reguem-na e daqui a um ano nos reuniremos novamente, e nesta ocasião deverão mostrar o que cultivaram a partir dessa semente. Neste dia escolherei o novo Presidente da Empresa.
Um de seus mais jovens executivos, Carlos, entusiasmado, chegou em casa com a semente e contou tudo à esposa. Ela o ajudou a encontrar um vaso, terra e adubo para plantar a semente, que ele regava todos os dias.
Pouco tempo depois Carlos ouvia alguns comentários dos outros participantes sobre como suas plantas estavam crescendo, e começou a ficar preocupado porque sua semente não germinava. Passaram-se semanas e nada. Todos falavam de suas plantas, mas Carlos não estava conseguindo fazer sua semente germinar. Seis meses se passaram e nada acontecia.
Depois de um ano, como combinado, todos foram convocados para uma nova reunião e orientados a levar suas plantas. Carlos sabia que aquele seria um momento muito embaraçoso, mas com o apoio e incentivo de sua esposa, decidiu levar o vaso sem planta. Ficou ainda mais envergonhado quando chegou à reunião e viu a variedade de plantas que os outros haviam cultivado. Eram lindas e de vários formatos e tamanhos. Quando colocou seu vaso sem planta sobre a mesa, muitos de seus colegas riram, e ele ficou ainda mais sem graça, e quando o Presidente chegou, tentou esconder-se no fundo da sala.
- Ora, que plantas, árvores e flores maravilhosas vocês cultivaram – disse o Presidente. Hoje, um de vocês será escolhido para ser o futuro Presidente.
Foi quando ele notou Carlos e o convidou para ir à frente com seu vaso sem planta que, apavorado, disse:
- Senhor Presidente, não vai acreditar: Eu reguei essa semente todos os dias, mas ela não germinou. Me desculpe.
O Presidente ouviu calmamente as palavras de Carlos, voltou-se para o grupo e pediu que todos se sentassem, menos Carlos. E olhando para ele, anunciou:
- Olhem para o seu novo Presidente! Seu nome é Carlos!
E então explicou:
- Há um ano eu dei a cada um de vocês uma semente para que plantassem, regassem, cuidassem e trouxessem o resultado na reunião de hoje. As sementes que lhes dei eram estéreis, e não poderiam germinar. Contudo, quando descobriram que ela não germinaria, vocês a substituíram por outra, porque estavam apenas preocupados com os resultados, e não com o caminho para conquistá-los. Carlos foi o único com coragem e honestidade para apresentar-me um vaso com a minha semente. É por isso que ele acaba de ser escolhido para ser o seu futuro Presidente.

(Texto retirado da internet)

terça-feira, 26 de julho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

museu da família!

Bem vindo ao museu da família!

Aqui você irá ver e saber acerca deste grupo que está a beira da extinção.

Em meados do século XXI foram vistas as últimas famílias compostas por PAI, MÃE E FILHOS.

Um pouco antes desse período, quase não se via uma mãe ou um pai em casa cuidando dos filhos, do lar e da família. Eles foram trabalhar fora.

Já no século XIX, era costume o pai ser recebido pelos filhos em casa, após um dia de trabalho. Ele era o provedor do LAR.

Naquela época as crianças tinham um pai que morava com elas.

Este pai convivia com os filhos e passeava com eles nos fins de semana.

Nas apresentações da escola os filhos procuravam o olhar de seus maiores fãs: seus pais. E o aplauso deles era a garantia da felicidade!

Os pais podiam corrigir o erro e disciplinar os filhos.

Quando os filhos precisavam de colo tinham um de seus pais por perto para carregá-los a hora que quisessem.

No dia das mães se reuniam na casa da avó e a cama se enchia de presentes dos filhos, dos netos…

Era difícil esperar até o segundo domingo de agosto para entregar ao papai o presente feito pelos próprios filhos: A camisa com sua mãozinha, o quadro pintado, o cartão com moldura de gravata...

A melhor comida era a da mamãe.

Era o papai quem ganhava no jogo de dama ou de bola.

Quantas brincadeiras correndo soltas com os irmãos e primos!

Esconde esconde casinha, queimada, castelos de areia…

Os brinquedos espalhados pela casa... Os risos, os choros.. Fartura de “vida”.

Casa cheia não só de gente, mas de amor e contentamento.

Nas famílias havia coisas que não cabem neste museu: abraços, beijos, alegrias, choros, risos, personalidades, cachorros, papagaios…

Os JARDINS!
Eles não poderiam faltar neste museu!

As casas tinham jardins. Deles as avós retiravam plantas para enfeitar ou para fazer chazinhos caseiros para os filhos e netos.

Férias também se passavam em família.

Na roça, na praia ou na casa dos parentes: estavam todos num feliz ajuntamento.Para eles estar em família era o que fazia a vida valer a pena!

Como foi o fim das famílias?

... Bem, é uma longa história…

Mas, lembre-se que, se você os deixar ir, talvez nunca mais os terá de volta.

Às vezes, nos ocupamos tanto com nossas próprias vidas, que não notamos que os deixamos ir …

Outras vezes nos preocupamos tanto com QUEM está certo ou errado, que nos esquecemos do que é CERTO e do que é ERRADO.

Foi assim que as famílias começaram a desaparecer…

Mas hoje temos este museu para visitá-las.

Certa vez alguém falou sobre um ciclo de morte que estava se instalando nas famílias. E leu na Bíblia como seria a cura:

SALMO 128,1-6:

“Feliz aquele que teme a Deus, o SENHOR, e vive de acordo com a sua vontade!”

Mas parece que não deram atenção suficiente...

E as famílias foram se extinguindo...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mensagem Criativa de uma Escola




Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica. A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis a mensagem gravada:


- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.

- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

Olá pessoas....recebi essa mensagem por e-mail....não sei se é verdadeira, mas serve para pensarmos um pouquinho na situação caótica e real que estamos vivendo em nossas escolas!!

Bjs

Teresa Carneiro

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A Prova!!!

Quatro amigos decidiram aproveitar um pouco mais o final de semana, já que estavam viajando juntos, e faltaram à prova da universidade que estava marcada para segunda-feira. Na terça-feira, quando chegaram à universidade, foram conversar com o professor e lhe disseram:
- Professor, nós fomos viajar, e na volta o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso não pudemos chegar a tempo para a sua prova. O senhor poderia, por favor, nos dar a chance de fazer a prova em outro dia?
O professor, sempre compreensivo, respondeu:
- Claro que sim. Vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o almoço. Que tal?
Os rapazes então buscaram informações sobre o conteúdo da prova com os outros alunos que haviam feito na segunda-feira, foram para a biblioteca, e “racharam” de estudar.
Na hora marcada para a prova, para surpresa dos rapazes, o professor pediu que deixassem seus telefones celulares com sua assistente, e colocou cada um deles em uma sala diferente. Em seguida entregou a folha de prova que tinha as seguintes perguntas:
Primeira pergunta, valendo 0,5 ponto: “Descreva com suas palavras a Lei de Ohm”.
Os quatro ficaram contentes, pois haviam justamente estudado sobre este assunto, por orientação daqueles que já haviam feito a prova na segunda-feira. Imaginavam que a prova seria fácil e que certamente se “dariam muito bem”. Mas veio então a segunda pergunta…
Segunda pergunta, valendo 9,5 pontos: “Qual pneu furou?”

Há sempre uma forma mais criativa de fazer as coisas.

Bjs
Teresa Carneiro

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

PROTESTO!!!!

Fui criado com princípios morais comuns:

Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades dignas de respeito e consideração.

Quanto mais próximos ou mais velhos mais afeto.

Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades…

Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade…

Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror…

Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos.

Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.

Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos.

Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.

Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Trabalhador digno e cumpridor dos deveres virou otário.

Pagar dívidas em dia é ser tonto…

Anistia para corruptos e sonegadores…

O que aconteceu conosco?

Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas.

Que valores são esses?

Automóveis que valem mais que abraços,

Filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano.

Celulares nas mochilas de crianças.

Filhos esquecendo o respeito, no trato com os pais e avós. No lugar de senhor, senhora, ficou oi cara, como está coroa.

O que vais querer em troca de um abraço?

A diversão vale mais que um diploma.

Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa.

Mais vale uma maquiagem que um sorvete.

Mais vale parecer do que ser…

Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?

Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores!

Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão!

Quero a honestidade como motivo de orgulho.

Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero sair de casa sabendo a hora que estarei de volta, sem medo de assaltos ou balas perdidas.

Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Onde uma palavra valia mais que qualquer documento assinado.

Quero a esperança, a alegria, a confiança de volta!

Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa.

Abaixo o “TER”, viva o “SER”

E definitivamente bela, como cada amanhecer.

E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como o céu de primavera, leve como a brisa da manhã!

Quero ter de volta o meu mundo simples e comum.

Vamos voltar a ser “gente”

Onde exista amor, solidariedade e fraternidade como bases.

A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito...

Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.

Utopia?

Quem sabe?...

Precisamos tentar...

(Autor desconhecido)


"ESCOLHER A EDUCAÇÃO É ASSUMIR O COMPROMISSO COM O ALUNO E CONSIGO MESMO!"