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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quaresma / quarta-feira de Cinzas

Tempo de Quaresma
O tempo da quaresma é de quarenta dias, o domingo, já é dedicado como o dia do Senhor, durante a quaresma não é contado. Após esse período, se inicia o Tríduo Pascal, que termina no Domingo de Páscoa. As passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, logo após ter sido batizado por João no rio Jordão.No tempo que passou no deserto Jesus teve uma profunda experiência de encontro com o Pai. E, tendo vivido intensamente esse encontro, foi tentado pelo diabo.As tentações que Jesus viveu são apresentadas como aquelas que também os cristãos precisam viver. É por isso então, que os cristãos realizam uma penitência de quarenta dias, chamada quaresma.


Quarta-feira de Cinzas
A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental.As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia são um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Desejo!!


"Desejo, primeiro, que você ame,e que, amando, também seja amado.E que se não for, seja breve em esquecere esquecendo não guarde mágoa.Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que você tenha amigosque, mesmo maus e inconseqüentes,sejam corajosos e fiéis,e que pelo menos em um deles você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,desejo ainda que você tenha inimigos,nem muitos, nem poucos,mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeitode suas próprias certezas.
E que, entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro. Desejo, depois, que você seja útil,mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,não com os que erram pouco, porque isso é fácil ,mas com os que erram muito e irremediavelmente,e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,não amadureça depressa demais,e que, sendo maduro, não insista em rejuvenescer,e que, sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste.não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubraque o riso diário é bom,o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,com a máxima urgência,acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,alimente um cuco e ouça o joão-de-barroerguer triunfante o seu canto matinal, porque, assim, você se sentirá bem por nada. Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja,e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantasmuitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,porque é preciso ser prático.E que pelo menos uma vez por anocoloque um pouco delena sua frente e diga "isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem. Desejo também que nenhum de seus afetos morra,por ele e por você,mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar, sofrer e sem se culpar.
Desejo por fim que você, sendo um homem,tenha uma boa mulher,e que, sendo uma mulher,tenha um bom homeme que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte,e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.E se tudo isso acontecer, não tenho mais a te desejar.”
Victor Hugo

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Férias!!

Olá pessoas...estava um pouco sumida pois estou de férias!!!
sim....nós também tiramos férias...quer dizer...mais ou menos...rsrsrs
porque estamos sempre fazendo um estudo de caso aqui, uma capacitação alí...enfim.....
vou postar aqui um pedaço de um texto da Dra.em psicologia Maria Lucia Andreoli...

"Gosto de pensar que só me sinto em férias, mesmo, quando esqueço em que dia da semana ou mesmo do mês me encontro, ou deixo o relógio na prateleira e consigo não me perguntar que horas são. Neste momento, consigo desfrutar plenamente do tempo que me é concedido todos os anos, para que eu possa deixar de lado as rotinas docentes e ingressar num estado de fazer nada e não me culpar por isto. Fazer nada nas férias certamente varia de pessoa para pessoa, pois cada um tem sua concepção a respeito. Para alguns, talvez seja pescar, para outros, fazer uma comidinha gostosa, ler um livro embaixo de uma árvore, conhecer lugares novos ou tantas outras coisas. Mas o espírito de férias só pode acontecer quando se consegue deixar de lado tudo aquilo que temos de fazer e nos dedicamos às coisas que queremos fazer. Portanto, queridos colegas, neste final de ano, vamos olhar para nós mesmos e pensar seriamente no que desejamos fazer nas férias e fazê-lo com convicção, sem dar chance ao nosso famigerado chamado ao dever."

bjs e até breve!!!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Tenis ou Frescobol?


Os relacionamentos são como um jogo de Tênis ou deFrescobol. Mas qual é a principal diferença entre os dois, já que em ambos os jogos usamos bolas e raquetes?
No Tênis, a outra pessoa é seu adversário e não seu parceiro, portanto, o objetivo é derrotá-la, procurando fazê-la errar. O bom jogador de Tênis é aquele que conhece o ponto fraco do oponente, e o explora para tentar derrotá-lo. O auge do Tênis, portanto, é o momento em que o jogo termina porque a outra pessoa foi colocada para fora do jogo. Sempre termina sempre com alegria de um lado, e tristeza do outro.
Frescobol se parece muito com o Tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola chega “meio torta”, a gente sabe que a outra pessoa não fez de propósito, e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la “redondinha”, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
No Frescobol não existe adversário, porque o objetivo é que os dois ganhem. Ninguém fica feliz quando outro erra, pois deseja sempre o melhor para essa pessoa, porque quando ele acerta, os dois ganham.
Quando existe um erro, aquele que errou pede desculpas e o outro também se sente responsável pelo ocorrido, mas começam novamente este delicioso jogo, onde todos ganham.
 Imagine se as pessoas envolvidas em cada relacionamento decidissem deixar de “jogar Tênis” para “jogar Frescobol”. Nosso mundo seria um lugar muito melhor para viver e conviver!
E então, vamos “jogar Frescobol“?

domingo, 30 de dezembro de 2012

Ano Novo!!

Olá pessoas .....
Desejo muita saúde, amor, paz, Cristo em nossos corações em 2013!!!
Feliz ano novo!!!!!
bjs e até ano que vem!!
Teresa Carneiro

sábado, 8 de dezembro de 2012

Advento de Natal


Vamos nos preparar para receber Jesus em nossos corações??/

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

EU TEMIA



Eu temia ficar só...
ATÉ QUE APRENDI A GOSTAR  DE MIM MESMO.

TEMIA FRACASSAR…

... MAS PERCEBI QUE SÓ FRACASSO SE DESISTIR...
ATÉ QUE EU PERCEBI QUE O  QUE CONTA REALMENTE É O QUE  EU  PENSO DE MIM MESMO, COM CONSCIÊNCIA,  LUCIDEZ E HUMILDADE...

EU TINHA MEDO DO QUE AS  PESSOAS PUDESSEM PENSAR DE MIM ...
...ATÉ QUE PERCEBI QUE DEVO TER FÉ EM MIM MESMO, QUE SOU MEU MAIOR COMPANHEIRO…

EU TEMIA SER REJEITADO…
EU TINHA MEDO DA DOR...

...ATÉ QUE PERCEBI QUE O  SOFRIMENTO SÓ ME AJUDA A CRESCER E  AFASTA DE MIM A ARROGÂNCIA…
ATÉ DESCOBRIR QUE A VERDADE  É UM ESPELHO
QUEBRADO EM MIL PEDACINHOS.
NINGUÉM É DONO DA VERDADE,
POIS NÃO TEM MAIS DO QUE UM CACO DELA.

EU TEMIA A VERDADE...
...ATÉ QUE APRENDI QUE AS PERDAS NÃO REPRESENTAM O FIM, MAS O INÍCIO DE UM NOVO CICLO…

EU TEMIA AS PERDAS E A  MORTE...
... ATÉ QUE APRENDI QUE O ÓDIO É UM VENENO QUE A PESSOA TOMA PENSANDO ATINGIR O OUTRO.

TEMIA O ÓDIO...
...ATÉ QUE APRENDI A RIR  DE MIM MESMO…

EU TEMIA O RIDÍCULO...
...ATÉ QUE COMPREENDI QUE POSSO  GANHAR SABEDORIA A CADA DIA…

TEMIA FICAR VELHO...
ATÉ QUE APRENDI QUE NINGUÉM  CONSEGUE ME FERIR SEM MINHA PERMISSÃO


TEMIA SER FERIDO NOS MEUS  SENTIMENTOS…Eu tinha medo até ao último ....
...ATÉ QUE ENTENDI A IMPORTÂNCIA DA LUZ DE UMA PEQUENA ESTRELA.

TEMIA A ESCURIDÃO ...
TEMIA MUDANÇAS …

ATÉ QUE PERCEBI AS MUDANÇAS PELAS QUAIS TEM QUE PASSAR UMA BELA BORBOLETA
ANTES DE PODER VOAR

EU AINDA TINHA MEDO DE FICAR  SÓ ...

ATÉ QUE APRENDI QUE A ÚNICA  PESSOA QUE ESTARÁ COMIGO EM TODOS OS  MOMENTOS DA MINHA VIDA
SOU EU MESMO!!!
VAMOS ENFRENTAR CADA OBSTÁCULO  À MEDIDA QUE APAREÇA EM NOSSAS VIDAS  COM CORAGEM E CONFIANÇA…
NUNCA DESISTA DE VOCÊ!!!
 (Internet)

sábado, 3 de novembro de 2012

Dar e Receber


Quando eu participava de um grupo,  todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade.
A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro, feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta.
Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca.
No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja
tudo igual.”
Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes,recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada!
Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”.
Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”.
Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade.
Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele
se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera.
O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do
corte.
Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam e jamais revidava as ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizara.
Então, um dia, o menino perguntou ao pai por que ele agia assim. E por que as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.
“Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil. Elas se sentem humilhadas porque recebem sem dar nada em troca. Por isso elas reclamam, é uma maneira de manterem a autoestima, de deixar claro que
ainda conservam a própria dignidade”.
“É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade.”
Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros como um bebê indefeso.
“Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis receber nada, não merecia isso”, dizia ela.
Então, ela recebeu uma mensagem dos Mestres:
A doença de sua mãe foi uma bênção, ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber. Durante o tempo da doença, ela aprendeu. Isso era necessário para a sua evolução.
Depois de ler esses dois livros, comecei a entender a atitude das pessoas que reclamavam do que recebiam nas cestas básicas.
Comecei também a refletir sobre essa frágil e necessária ponte entre as pessoas que se chama “Dar e eceber”.
Quando ajudamos alguém em dificuldade, quando damos alguma coisa a alguém que a necessita, seja material ou “imaterial”, estamos teoricamente em posição de superioridade. Somos nós os doadores, isso
nos faz bem e às vezes tendemos a não dar importância à maneira como essa ajuda é dada.
Por outro lado, quando somos nós a receber, ou nos sentimos diminuídos, ou recebemos como se aquilo nos fosse devido.
E quantas vezes fizemos dessa ponte uma via de mão única?
Quantas vezes fomos apenas aquele que dá, aparentemente com generosidade, mas guardando lá no fundo nosso sentimento de superioridade sobre o outro… Ou esperando sua eterna gratidão.
E recusamos orgulhosamente receber, porque “não precisamos de nada,nem de ninguém”… Ou porque temos vergonha de mostrar nossa fragilidade, como se isso nos fizesse menores aos olhos dos outros.
E quantas vezes fomos apenas aquele que tudo recebe, sem nada dar em troca, egoisticamente convencidos de nosso direito a isso…
A Lei é “dar com liberalidade e receber com gratidão” ensina São Paulo. Que cada um de nós consiga entender as lições de “Dar e receber” e agradeça a Deus as oportunidades de aprendê-las.
(Texto de Tania Vernet)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Motivação da Formiga


'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.

A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.

Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.

A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada .

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '

Já viu esse filme?

Bom trabalho a todas as formigas!!!
(autor desconhecido)

terça-feira, 16 de outubro de 2012


 Olá pessoas...
Esse vídeo é de uma sutileza e humanidade absurdas.....
O que nos leva a pensar que gentileza gera gentileza sempre!!!
bjs 
Teresa Carneiro

sábado, 6 de outubro de 2012

O silêncio dos lobos


Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo? 
Os Lobos não gritam. Eles  têm uma aura de força e poder. Observam  em silêncio. 
Somente os poderosos, sejam lobos,  homens ou mulheres, respondem a um ataque  verbal com o silêncio. 
Além disso, quem evita dizer  tudo o que tem vontade, raramente se  arrepende por magoar alguém com palavras  ásperas e impensadas. 
Exatamente por isso, o primeiro  e mais óbvio sinal de poder sobre  si mesmo é o silêncio em momentos  críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. 
Se for uma discussão que  já deixou o terreno da razão, quem  silencia e continua a trabalhar mostra  que já venceu, mesmo quando o outro  lado insiste em gritar a sua derrota. 
Olhe... Sorria... Silencie... Vá  em frente...
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. 
Por alguma razão, provavelmente  cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos  obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos  os ataques. Não é verdade. Você responde  somente ao que quer responder e reage  somente ao que quer reagir. Você nem  mesmo é obrigado a atender 
seu telefone pessoal. 
Falar é uma escolha, não  uma exigência, por mais que assim o pareça.  Você pode escolher o silêncio. 
Além disso, você não terá  que se arrepender por coisas ditas em  momentos impensados, como defendeu Xenócrates,  mais de trezentos anos antes de Cristo,  ao afirmar: "ARREPENDO-ME DE COISAS QUE  DISSE, MAS JAMAIS DE MEU SILÊNCIO". 
Responda com o silêncio, quando  for necessário. 
Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos,  mas reais, use o olhar, use um abraço  ou use qualquer outra coisa para não  ter que responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas. 
 (Aldo  Novak)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ética, pra que?


O jornal O Estado de São Paulo, em 2006, publicou uma reportagem intitulada “Devolveu o cartão, chocou a vizinhança”, que relata o drama de Márcia Miranda, dona de casa, desempregada, residente em Boituva – São Paulo, que recebia R$ 15,00 (quinze reais) mensais do programa “Bolsa Família”, e que após conseguir um emprego com carteira assinada como empregada doméstica, decidiu devolver o cartão do “Bolsa Família”, já que o mesmo destinava-se à pessoas desempregadas.
 Por causa desse ato, relata o jornal, Márcia foi ridicularizada pela vizinhança. Na reportagem ela diz o seguinte:
– O pessoal fica perguntando por que eu fiz isto, por que devolvi o cartão...

“Infelizmente, para muitos, ser ético é o mesmo que ser chamado de otário. Mas isso, como tudo na vida, é uma escolha, uma decisão. Nada muda sem liderança, nada se transforma sem liderança, nada acontece sem liderança, e felizmente muitos líderes já chegaram à conclusão de que é possível virar este jogo e que agir eticamente é sempre o melhor negócio, por isso têm se posicionado de maneira firme contra a compra e venda de facilidades, assumindo o risco de perder negócios, criando, contudo, valores e princípios sólidos que trarão reflexos extremamente positivos para as pessoas e para a organização, que certamente lhes darão maior vantagem competitiva num futuro próximo.” (Marco Fabossi)

E você?? Como se posiciona na sua vida??

terça-feira, 18 de setembro de 2012

MILHO DE PIPOCA


Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.


As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Rubem Alves

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Discurso de vida!!


O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola:


"Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.
Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.

Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente. E sobre tudo... Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.

Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a!
Viva intensamente e recorde:

Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Respire!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de se render... Tente de novo!

ANTES DE MORRER... VIVA!”

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Historia Curta...

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.

Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.

Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"

“Sim, como sabe?", perguntou Plumb.

“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:

"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.

Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe.

(Autor Desconhecido)

"ESCOLHER A EDUCAÇÃO É ASSUMIR O COMPROMISSO COM O ALUNO E CONSIGO MESMO!"